quarta-feira, 18 de junho de 2008

FURACÃO

A palavra “furacão” tem origem entre os maias (povo que habitava a América Central antes da chegada dos conquistadores espanhóis, no final do século XV). De acordo com a mitologia maia, Huracan era o deus responsável pelas tempestades. Os espanhóis absorveram a palavra, transformando-a no que ela é hoje.
Os furacões são fenômenos climáticos (ciclones) caracterizados pela formação de um sistema de baixa-pressão. Formam-se, geralmente, em regiões tropicais do planeta. São eles os responsáveis pelo transporte do calor da região equatorial para as latitudes mais altas. São classificados numa escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos. Esta escala é denominada Saffir-Simpson. Aquele que atinge a escala 1 possui ventos de baixa velocidade, enquanto o de escala 5 apresenta ventos muito fortes.Quando ganham muita força, transformam-se em catástrofes naturais, podendo destruir cidades inteiras. Há casos em que os ventos podem ultrapassar 200 km/h. Eles percorrem determinados caminhos, carregando casas, automóveis e quase tudo que encontram pela frente. Existem estações meteorológicas que monitoram constantemente este tipo de fenômeno climático, avisando a população local em caso de evidências de desastre.Veja abaixo uma relação das áreas de maior incidência:- Oceano Pacífico Norte Ocidental- Oceano Pacífico Norte Oriental- Oceano Pacífico Ocidental Sul- Oceano Índico Norte- Oceano Índico sudeste- Oceano Índico sudoeste- Bacia Atlântico norte (região do Golfo do México)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Astronomia: nasceram os plutóides


A União Astronómica Internacional (UAI) anunciou, esta quinta-feira, a criação de uma nova categoria de corpos celestes, os plutóides, dois anos depois de ter retirado Plutão da lista dos planetas do Sistema Solar.
A nova categoria parece ter sido criada para compensar a despromoção de Plutão, já que além deste inclui apenas outro planeta anão, Eris, descoberto em 2003. A descoberta de Eris, um corpo celeste maior e mais afastado do Sol do que Plutão levou à retirada deste do Sistema Solar.
Um Plutóide é um planeta anão
A criação da nova categoria, divulgada em comunicado, foi decidida numa reunião da UAI realizada na semana passada em Oslo, na Noruega.
O comunicado dá uma definição de plutóide idêntica à de planeta anão, ou seja, um corpo celeste demasiado pequeno para ser considerado planeta, mas com massa suficiente para ter, graças à gravidade, uma forma quase esférica, e uma órbita mais afastada do Sol do que Neptuno, o oitavo e último planeta do Sistema Solar.
O único planeta anão conhecido que continua com essa classificação é Ceres, situado entre Marte e Júpiter.

domingo, 15 de junho de 2008

100 anos da imigração japonesa

Diadema - Em Diadema, cidade que abriga descendentes de Okinawa - província de onde veio grande parte dos primeiros imigrantes no Kasato Maru -, as celebrações ocorrem em agosto. A Cerimônia Comemorativa ocorre no dia 24 e contará com a presença de autoridades de Okinawa e do município do ABC. Além do almoço de confraternização, o evento terá um torneio Internacional de Judô e um show musical, que ainda será confirmado. No dia 25 ocorre um o Torneio Internacional de Gatte Ball, uma das modalidades esportivas mais tradicionais do Japão.
São Paulo - Na Capital, o ponto alto das comemorações do centenário são as festividades no Complexo do Anhembi. A Semana Cultural Brasil-Japão será realizada de 14 a 22 de junho e tem entrada gratuita. São shows, palestras, comidas típicas, workshops e exposições, além de bandas e artistas nipônicos.
No dia 21, haverá um desfile no Sambódromo contando a história da imigração japonesa. O evento terá a presença do príncipe-herdeiro do Japão, Naruhito e será encerrado com o hanabi (show pirotécnico).

A programação completa pode ser conferida no site

CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

O Brasil comemorará com grande alegria o centenário da imigração japonesa, em 2008.Desde que desembarcaram do Kasato Maru no Porto de Santos, os imigrantes nipônicos integraram-se perfeitamente à sociedade brasileira, para cujo progresso e bem-estar têm prestado valiosa contribuição.Hoje em sua quinta geração, seus descendentes são parte integrante do povo brasileiro, sem perder, entretanto, o sentimento de culto aos antepassados que distingue sua civilização milenar.A exemplo do que ocorreu com outros povos estrangeiros, que para cá vieram compartilhar conosco seu destino, e fazer juntos nossa história, a presença japonesa no Brasil assumiu identidade própria. Ao espírito criativo, empreendedor, alegre e harmonioso do brasileiro, uniu-se o sentido de disciplina, organização, minúcia e determinação do japonês. Essa amálgama de valores constitui nosso traço diferenciador. Brasil e Japão estão unidos não apenas pelas identidades e complementaridades de seus sistemas políticos e econômicos, mas acima de tudo pela vertente humana, que constitui o principal patrimônio de nossa relação.A decisão do Presidente Lula e do ex-Primeiro-Ministro Koizumi de celebrarem em 2008 o “Ano do Intercâmbio Brasil-Japão” assinalou o reconhecimento da necessidade de revitalizar e redimensionar as relações bilaterais, tanto em temas tradicionais da agenda, quanto em novos campos de atuação conjunta.