Nesta cidade se localiza a tradicional caverna de Macpela, onde foram sepultados os patriarcas e suas esposas - Abraão, Sara, Isaque, Rebeca, Jacó e Lia (Raquel foi sepultada cerca de Belém)- como diz no livro de Gênesis (Gen. 23:19; 25:9; 49:31; 50:13). Uma antiga igreja foi erguida acima desta caverna, na época de Justiniano, o imperador romano, e mais tarde, este templo foi convertido em uma mesquita islâmica
sábado, 28 de junho de 2008
HEBRON
domingo, 22 de junho de 2008
ERA DO DEGELO

Com o aquecimento global, o Ártico tem seus pólos derretidos com grande rapidez. Há quem diga que suas calotas não suportarão o verão. Cientistas constatam que as calotas de gelo estão cada vez mais sensíveis e que derretem num ritmo mais acelerado que o aumento das temperaturas.
A Antártida também sofre com a elevação das temperaturas, pois seu manto de gelo encontra-se em solo rochoso abaixo do nível do mar e suas geleiras de descarga já estão se movendo.
Existem regiões em que as transformações climáticas já transformaram todo o cenário como é o caso da Geleira Chacaltaya, por exemplo, que antigamente era a estação de esqui mais alta do mundo e hoje é apenas uma montanha rochosa. A Groelândia tem suas geleiras de descarga cada vez mais derretidas, conseqüência da temperatura que cada vez está maior, aumentando 3 milímetros no nível dos oceanos por ano. A Ilha Pine, conseguirá acrescentar 1,5 metros de água no nível global dos mares provocando grandes inundações. Conclusão Tais geleiras são reservas naturais de água sob forma sólida que auxilia no abastecimento de água de algumas regiões. Com o seu derretimento, as pessoas serão submetidas à escassez de água. O derretimento das geleiras também extinguirá conseqüentemente milhares de espécies marinhas e polares.
A Antártida também sofre com a elevação das temperaturas, pois seu manto de gelo encontra-se em solo rochoso abaixo do nível do mar e suas geleiras de descarga já estão se movendo.
Existem regiões em que as transformações climáticas já transformaram todo o cenário como é o caso da Geleira Chacaltaya, por exemplo, que antigamente era a estação de esqui mais alta do mundo e hoje é apenas uma montanha rochosa. A Groelândia tem suas geleiras de descarga cada vez mais derretidas, conseqüência da temperatura que cada vez está maior, aumentando 3 milímetros no nível dos oceanos por ano. A Ilha Pine, conseguirá acrescentar 1,5 metros de água no nível global dos mares provocando grandes inundações. Conclusão Tais geleiras são reservas naturais de água sob forma sólida que auxilia no abastecimento de água de algumas regiões. Com o seu derretimento, as pessoas serão submetidas à escassez de água. O derretimento das geleiras também extinguirá conseqüentemente milhares de espécies marinhas e polares.
A FOME NO MUNDO ATUAL

A fome pode ser expressa de duas formas: aberta ou epidêmica; e oculta ou endêmica. A fome aberta ocorre em períodos em que acontecem guerra em um determinado lugar, desastres ecológicos ou pragas que compromete drasticamente o fornecimento de alimentos, isso acarreta a morte de milhares de pessoas. Atualmente esse tipo de fome não tem ocorrido. Hoje existem vários organismos humanitários que fornecem alimentos às áreas afetadas por conflitos etc. A fome oculta possui outra característica, é aquela no qual o indivíduo não ingere a quantidade mínima de calorias diárias, o resultado disso é a desnutrição ou subnutrição que assola 800 milhões de pessoas em todo mundo. A subnutrição fragiliza a saúde tornando a pessoa acessível a doenças. Houve uma diminuição relativa no mapa da fome, mas a realidade ainda é alarmante. Observando esse panorama nota-se que a fome ou subnutrição não é decorrente da produção insuficiente de alimentos, pelo contrário, ano após ano a produção tem aumentado o volume, e é fato que a produção de alimentos é mais do que suficiente para suprir as necessidades da população mundial.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
BIOSFERA
Biosfera significa “esfera da vida”, ou seja, onde existe vida. É justamente na biosfera que acontecem as interações entre os seres vivos e esses com os elementos naturais em diferentes lugares do mundo, dessa forma cada região do planeta possui aspectos particulares de luminosidade, relevo, clima, vegetação, água entre outros. A biosfera é o agrupamento de todos os elementos naturais que favorecem e dão condições para a manutenção da vida no planeta. A “esfera da vida” ou biosfera é constituída por três elementos naturais de extrema importância para a vida na Terra, nesse caso estão a hidrosfera, atmosfera e litosfera. A primeira representa a esfera das águas, composta por toda água existente no planeta em diferentes lugares como em rios, lagos, geleiras, oceanos e mares. O segundo consiste na esfera dos gases, que corresponde ao conjunto de gases que envolvem a Terra e automaticamente a hidrosfera e a litosfera e que tem forte influência na composição dos climas devido à dinâmica da atmosfera e seus fenômenos e o terceiro corresponde ao conjunto, principalmente a partir de rochas e solos, onde encontramos diversos tipos de minérios.
O planeta Terra possui característica singular em relação aos outros astros do sistema solar. Uma das principais é a temperatura que no caso da Terra possui uma média mundial de 15ºC, percentual esse que é distinto em relação a Mercúrio e Vênus. No caso dos dois planetas citados, suas respectivas temperaturas médias prevalecem sempre superiores a 100ºC, nesse caso seria impossível o desenvolvimento de vida humana e de outros seres vivos. Em outros casos, alguns planetas apresentam temperaturas muito baixas, algo em torno de -40ºC. Na Terra há um equilíbrio climático, a partir desse item favorável acrescido à existência de água, oxigênio compõe uma condição propicia ao desenvolvimento e proliferação da vida.
FURACÃO
Os furacões são fenômenos climáticos (ciclones) caracterizados pela formação de um sistema de baixa-pressão. Formam-se, geralmente, em regiões tropicais do planeta. São eles os responsáveis pelo transporte do calor da região equatorial para as latitudes mais altas. São classificados numa escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos. Esta escala é denominada Saffir-Simpson. Aquele que atinge a escala 1 possui ventos de baixa velocidade, enquanto o de escala 5 apresenta ventos muito fortes.Quando ganham muita força, transformam-se em catástrofes naturais, podendo destruir cidades inteiras. Há casos em que os ventos podem ultrapassar 200 km/h. Eles percorrem determinados caminhos, carregando casas, automóveis e quase tudo que encontram pela frente. Existem estações meteorológicas que monitoram constantemente este tipo de fenômeno climático, avisando a população local em caso de evidências de desastre.Veja abaixo uma relação das áreas de maior incidência:- Oceano Pacífico Norte Ocidental- Oceano Pacífico Norte Oriental- Oceano Pacífico Ocidental Sul- Oceano Índico Norte- Oceano Índico sudeste- Oceano Índico sudoeste- Bacia Atlântico norte (região do Golfo do México)
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Astronomia: nasceram os plutóides
A União Astronómica Internacional (UAI) anunciou, esta quinta-feira, a criação de uma nova categoria de corpos celestes, os plutóides, dois anos depois de ter retirado Plutão da lista dos planetas do Sistema Solar.
A nova categoria parece ter sido criada para compensar a despromoção de Plutão, já que além deste inclui apenas outro planeta anão, Eris, descoberto em 2003. A descoberta de Eris, um corpo celeste maior e mais afastado do Sol do que Plutão levou à retirada deste do Sistema Solar.
Um Plutóide é um planeta anão
A criação da nova categoria, divulgada em comunicado, foi decidida numa reunião da UAI realizada na semana passada em Oslo, na Noruega.
O comunicado dá uma definição de plutóide idêntica à de planeta anão, ou seja, um corpo celeste demasiado pequeno para ser considerado planeta, mas com massa suficiente para ter, graças à gravidade, uma forma quase esférica, e uma órbita mais afastada do Sol do que Neptuno, o oitavo e último planeta do Sistema Solar.
O único planeta anão conhecido que continua com essa classificação é Ceres, situado entre Marte e Júpiter.
A nova categoria parece ter sido criada para compensar a despromoção de Plutão, já que além deste inclui apenas outro planeta anão, Eris, descoberto em 2003. A descoberta de Eris, um corpo celeste maior e mais afastado do Sol do que Plutão levou à retirada deste do Sistema Solar.
Um Plutóide é um planeta anão
A criação da nova categoria, divulgada em comunicado, foi decidida numa reunião da UAI realizada na semana passada em Oslo, na Noruega.
O comunicado dá uma definição de plutóide idêntica à de planeta anão, ou seja, um corpo celeste demasiado pequeno para ser considerado planeta, mas com massa suficiente para ter, graças à gravidade, uma forma quase esférica, e uma órbita mais afastada do Sol do que Neptuno, o oitavo e último planeta do Sistema Solar.
O único planeta anão conhecido que continua com essa classificação é Ceres, situado entre Marte e Júpiter.
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