terça-feira, 29 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO!


"A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Lugares Biblicos " Betsaida"

Betsaida (casa da pesca, em hebraico) era uma povoação piscatória a nordeste do Mar da Galileia, situada a alguns quilómetros de Cafarnaum. Um cataclismo, entretanto, erguendo-a, afastou-a do lago.
De acordo com o Evangelho de João, os apóstolos Pedro, André e Filipe eram naturais desta povoação (João1:44).
A investigação arqueológica em Betsaida é recente. Não foi fácil encontrar a povoação onde ela não devia estar.
Deixada de parte a história antiga da cidade, em que se chega a falar do rei David e do seu filho Absalão, ao tempo da idade adulta do apóstolo Pedro ocorreu lá um facto muito significativo: Herodes Filipe, irmão de Herodes Antipas que mandou decapitar João Baptista, ergueu aí um templo pagão em honra de Lívia, a mãe do imperador reinante (Tibério) e esposa do falecido Octávio Augusto. É mais um caso da penetração profunda do paganismo em terras palestinas.
Curioso é saber que foi descoberto um incensário nas escavações. Este instrumento tinha função semelhante à do turíbulo – servia para queimar incenso -, mas era apenas uma espécie de pá comprida onde se punham brasas. O incenso queimava-se sobre elas. Este objeto é um documento histórico relevante.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sociedade e Consumo


Nossos interesses atuais se focalizam sobre os efeitos negativos da globalização, individualização e comercialização. Perguntamo-nos porque o crescimento econômico precisa implicar em degradação das paisagens naturais e de nosso próprio ambiente de vida em detrimento da saúde e bem-estar humanos, e até mesmo sob o risco de uma depressão econômica de longo prazo. Nossa proliferante "biomassa humana" parece inteligente e egoísta o bastante para explorar cada vez mais os recursos da Terra, ao mesmo tempo em que obstrui outras espécies vivas.

Como planejadores ambientais, psicólogos, arquitetos, urbanistas e projetistas de paisagens preocupados com o desenvolvimento sustentável, nós podemos perguntar: quais problemas estamos vendo, o que queremos, o que podemos fazer, qual a melhor maneira de fazê-lo, o que poderemos conseguir e quem usará nossos resultados? Ao buscar respostas para essas perguntas, devemos nos lembrar de três coisas:
a) que a sociedade industrial moderna, com sua segurança e conforto, emergiu de tempos muito difíceis, que se estenderam até menos de 100 anos atrás; a disponibilidade de combustível fóssil barato foi um instrumento poderoso nesse processo;
b) que a maioria das pessoas ao redor do mundo ainda sofrem grandes dificuldades, principalmente em relação à colonização e descolonização repentina, comércio injusto, ausência de governo democrático e climas pouco favorável;
c) que todos nós vivemos nossa vida sob condições físicas e sociais mais ou menos restritivas aqui-e-agora, o que torna qualquer "grande projeto para a sustentabilidade" bem difícil de preparar, organizar e realizar.

Redes geográficas

Os sentidos da globalização, vão tratar de revelar as estruturas geográficas a chamada globalização. Para que ela se dê, há uma base geográfica, feita de redes geográficas que aceleram as relações sociais de todos tipos, tanto os fluxos materiais quanto os imateriais.
Palavras- chave na geografia, como espaço e território, hoje, devem ser acompanhadas por mais uma da mesma importância, a rede geográfica, que é a forma principal dos espaços da globalização.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Aniversário do blog




Este mês de Novembro está completando 2 anos que comecei a postar neste blog. Posso afirmar que aprendi muito visitando outros blogs lendo, escrevendo, copiando e colando assuntos que me chamaram a atenção e que estão relacionados com o meu dia a dia, pois afinal sou professora de geografia e leitora da Bíblia Sagrada. A leitura nos faz viajar nos tempos mais remotos, apreciar um bom Atlas também...rsrsrs.
Quero aqui externar meus agradecimentos aos leitores e 69108 visitantes do blog, obrigada por fazerem parte do meu mundo!

sábado, 17 de outubro de 2009

Pérgamo

Pérgamo atual Bergama (39°7′N, 27°11′E) é uma antiga cidade grega que situava-se na Mísia, no noroeste da Anatólia, a mais de 20 km do Mar Egeu numa colina isolada do vale do Rio Caico(atual Bakırçay).
Existiu desde o século V a.C., mas apenas no período helenístico Pérgamo tornou-se o centro de quatro seitas pagãs durante o século I, competindo com Éfeso.tornou-se importante, por ter sido sede da dinastia atálida.
Possuía uma biblioteca de prestígio que perdia em importância apenas para a tão famosa biblioteca de Alexandria. A tradição de Pérgamo foi tamanha que o seu nome batizou o pergaminho.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Tsunami

Um tsunami (ou tsunâmi, do japonês significando literalmente onda de porto) é uma onda ou uma série delas que ocorrem após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água, como, por exemplo, um sismo, actividade vulcânica, abrupto deslocamento de terras ou gelo ou devido ao impacto de um meteorito dentro ou perto do mar. Há quem identifique o termo com "maremoto" — contudo, maremoto refere-se a um sismo no fundo do mar, semelhante a um sismo em terra firme e que pode, de facto originar um(a) tsunami.
A energia de um tsunami é função de sua amplitude e velocidade. Assim, à medida que a onda se aproxima de terra, a sua amplitude (a altura da onda) aumenta à medida que a sua velocidade diminui. Os tsunamis podem caracterizar-se por ondas de trinta metros de altura, causando grande destruição.
O que vemos é o cumprimento da Palavra e Deus quando lemos em Luc 21:11 - "E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu".

sábado, 19 de setembro de 2009

Conceitos de Geografia

A Geografia é uma ciência que tem como objeto principal de estudo o espaço geográfico que corresponde ao palco das realizações humanas. O homem sempre teve uma curiosidade aguçada acerca dos lugares onde desenvolvem as relações humanas e as do homem com a natureza, principalmente com o intuito de alcançar seus interesses. O conhecimento da Terra e de todas dinâmicas existentes configura como um objetivo intrínseco da ciência geográfica, essa tem seu início paralelo ao surgimento do homem, no entanto, sua condição de ciência ocorreu somente com o nascimento da civilização grega, na qual existiam pensadores filósofos que nessa época englobavam diversos conhecimentos de distintos temas, dentre eles Pitágoras e Aristóteles que já tinham convicção acerca da forma esférica do planeta. A Geografia recebe diversos significados, de uma forma genérica dizemos que geo significa Terra e grafia, descrição, ou seja, descrição da Terra, essa descreve todos os elementos contidos na superfície do planeta como atmosfera, hidrosfera e litosfera que compõe a biosfera ou esfera da vida (onde desenvolve a vida), além da interação desses com os seres vivos. O estudo da Geografia em sua fase inicial focaliza somente os elementos naturais, mais tarde, pesquisas unindo aspectos físicos com sociais foram estabelecidas, referentes à ação antrópica sobre o espaço natural. A partir desse momento teve início também o estudo sistemático das sociedades, tais como a forma de organização econômica e social, a distribuição da população no mundo e nos países, as culturas, os problemas ambientais decorrentes da produção humana, além de conhecer os recursos dispostos na natureza que são úteis para as atividades produtivas (indústria e agropecuária). Assim, o estudo geográfico conduz ao levantamento de dados sobre os elementos naturais que atingem diretamente a vida humana como clima, relevo, vegetação, hidrografia entre outros. A Geografia moderna tem como precursor Humbold, que baseava no empirismo, posteriormente surgiram diversos outros pensadores que agregaram conhecimentos e conceitos distintos que serviram para o enriquecimento da ciência.

Geografia positivista

A GEOGRAFIA NEOPOSITIVISTA/QUANTITATIVA
A nova Geografia, ou Geografia teorética, se caracterizou principalmente pelo traço positivista no que se refere à busca de explicações científicas e à formulação de leis, aceitando uma profunda unidade entre as ciências e a possibilidade de transferência de teoria de um campo para o outro.
Nesta ótica, só a matemática poderia ser legítima como instrumento de conhecimento, abrindo também a possibilidade de aplicação de lei nas ciência sociais.
A descrição regional que até então estava sendo usada eliminava, segundo Shaefer, o conteúdo científico da Geografia tornando-se necessário a integração científica da Geografia à outras ciência por meio da formulação de leis gerais. Shaefer rejeita o conceito de região em pauta
propondo um resgate do determinismo de Ratzel. Tratava-se da busca de uma teoria que, segundo Bunge, citado por Capel (1981), era o coração da ciência. Ainda segundo Bunge, as característica da teoria deviam ter: clareza, simplicidade, generalidade e exatidão, o que
se conseguiria fundamentalmente com a utilização de princípios matemáticos.
A observação e o trabalho empírico aparecem agora no final do método e não no início, como ocorria nos métodos indutivos dominantes. A Geografia quantitativa tomou como base a ideia de que a transferência de teoria e conhecimentos de um campo para o outro só se torna possível através de uma linguagem única, qual seja a matemática. Portanto, se a matemática é a
linguagem das ciências em geral deve ser também a da Geografia. Faz-se uso para tanto de técnica estatística para garantir a exatidão e confiabilidade dos resultados. A revolução crítica, ocorrida na década de cinquenta, surge como uma reação ao caráter essencialmente descritivo da Geografia, influenciada basicamente pela Geografia francesa. As ciências, em geral, passavam por um processo de mudança em suas bases epistemológicas na busca de acabar com a
incerteza e indeterminações presentes. O retorno ao racionalismo se dá através de um positivismo crítico, ou neopositivismo.Temos, assim, os principais pontos que caracterizaram a
passagem de uma Geografia clássica para uma moderna, substituindo o comportamento tradicional, defasado e antiquado pela exatidão conseguida através da revolução
quantitativa, substituindo a singularidade pela generalidade.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mapa da antiga Mesopôtamia


Este mapa revela as áreas em Ancient Mesopotamia. A maioria dos estudiosos data o início da Babilônia para a queda da Terceira Dinastia de Ur, por volta de 2000 aC amorreus, porque muitos aparentemente migraram do deserto na Mesopotâmia.
Os amorreus eram um grupo de nômades semitas falando, que capturou o local da cidade-estado onde estabeleceram novas dinastias e adaptado à cultura da área circundante. Amorreus tinha ajudado a destruir a civilização suméria e dominou a Mesopotâmia, para cerca de 300 anos (1900-1600 aC). Eles governaram a terra para fora da cidade de Babilônia. Mas logo os imigrantes amorreus e os locais anteriores começaram a lutar pelo poder, neste causou confusão considerável durante esse período inicial.

Em meados do século 18 aC, duas cidades, Isin e Larsa finalmente dominado a cena de modo que a época tem sido chamado de Isin-Larsa período.

A cidade-estado de Larsa foi logo capturado por um governador nomeado Kudur Mabug amorreus, que nomeou os seus dois filhos Warad-Sin e Rim-Sin, para se pronunciar sobre Larsa, enquanto ele estava ausente em campanhas militares. Rim-Sin (1822-1763 aC), continuou a construir em cima do pequeno império, seu pai e, finalmente, conquistou seu antigo rival, Isin, em seu 30o ano.

Larsa do período de glória durou pouco mais de tempo, aproximadamente 30 anos (1763 aC), quando Hamurabi da Babilônia veio para conquistar, assim, inaugurando uma nova era.

A essa altura, os hebreus estavam no Egito e Joseph estava morto há cerca de 50 anos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Choque de civilizações uma guerra ideologica

Neste texto Huntington defende que existe uma guerra ideológica entre as nações e separa o mundo em blocos culturais.
O texto “O choque das civilizações”, de Samuel P. Huntington define o que é civilização e modernidade. Mas na visão do autor nem todas as nações do mundo podem se apropriar destas nomenclaturas.Segundo Huntington, o mundo é dividido em 8 civilizações: Sínica, Japonesa, Hindu, Islâmica, Ortodoxa, Ocidental, Africana e Latino-America. Esta, que diz respeito ao Brasil, é considerada por Huntington uma civilização separada da civilização ocidental. E apenas o Ocidente – composto basicamente de EUA, Europa e Austrália pode ser considerado civilizado. Mas então, como definir a América Latina, e, em especial, o Brasil? Já que ela não pode ser inserida na civilização ocidental do autor.Como já vimos, para Huntington, a América Latina, inclusive o Brasil, faz parte da sub-civilização. É um “ramo desgarrado do Ocidente”.O autor aponta vários argumentos para esta afirmação. Características típicas dos países ricos ocidentais.

domingo, 23 de agosto de 2009

Choque de Civilizações

A conspiração islâmica e a teoria do choque de civilizações têm sido progressivamente inventadas desde 1990 no sentido de proporcionar ao complexo industrial militar, uma ideologia disponível após o colapso da União Soviética. Bernard Lewis, um especialista britânico sobre o Médio Oriente, Samuel Huntington, um estratega americano, e Laurent Murawiec, um consultor francês, foram os principais criadores desta teoria que justifica, nem sempre de um modo lógico, a cruzada dos EUA por petróleo.

Os ataques de 11 de Setembro, atribuídos a uma "conspiração islâmica" pela administração Bush, foram interpretados como a primeira manifestação de um "choque de civilizações", tanto na Europa como nos Estados Unidos.

Assim, o mundo muçulmano-árabe teria empreendido uma guerra contra o mundo judaico-cristão. Não haveria mais nenhuma solução senão a vitória de um sobre o outro: o triunfo do islão e a imposição de um califado mundial (quer dizer, um império islâmico), ou a vitória dos "valores americanos" compartilhados por um islão moderno num mundo globalizado.
Leia mais

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

NO PRINCIPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA

GÊNESIS 1

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.
4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

SALMOS 118

1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.

2 Diga, pois, Israel: A sua benignidade dura para sempre.

3 Diga, pois, a casa de Arão: A sua benignidade dura para sempre.

4 Digam, pois, os que temem ao Senhor: A sua benignidade dura para sempre.

5 Do meio da angústia invoquei o Senhor; o Senhor me ouviu, e me pôs em um lugar largo.

6 O Senhor é por mim, não recearei; que me pode fazer o homem?

7 O Senhor é por mim entre os que me ajudam; pelo que verei cumprido o meu desejo sobre os que me odeiam.

8 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar no homem.

9 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar nos príncipes.

10 Todas as nações me cercaram, mas em nome do Senhor eu as exterminei.

11 Cercaram-me, sim, cercaram-me; mas em nome do Senhor eu as exterminei.

12 Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois em nome do Senhor as exterminei.

13 Com força me impeliste para me fazeres cair, mas o Senhor me ajudou.

14 O Senhor é a minha força e o meu cântico; tornou-se a minha salvação.

15 Nas tendas dos justos há jubiloso cântico de vitória; a destra do Senhor faz proezas.

16 A destra do Senhor se exalta, a destra do Senhor faz proezas.

17 Não morrerei, mas viverei, e contarei as obras do Senhor.

18 O Senhor castigou-me muito, mas não me entregou à morte.

19 Abre-me as portas da justiça, para que eu entre por elas e dê graças ao Senhor.

20 Esta é a porta do Senhor; por ela os justos entrarão.

21 Graças te dou porque me ouviste, e te tornaste a minha salvação.

22 A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular.

23 Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos.

24 Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.

25 Ó Senhor, salva, nós te pedimos; ó Senhor, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade.

26 Bendito aquele que vem em nome do Senhor; da casa do Senhor vos bendizemos.

27 O Senhor é Deus, e nos concede a luz; atai a vítima da festa com cordas às pontas do altar.

28 Tu és o meu Deus, e eu te darei graças; tu és o meu Deus, e eu te exaltarei.

29 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre. a tua palavra.

domingo, 16 de agosto de 2009

O QUE É GEOPOLÍTICA? E GEOGRAFIA POLÍTICA?

É frequente a confusão entre geografia política e geopolítica, que na verdade são imbricadas, se sobrepõem em grande parte, mas não se identificam totalmente. Existe uma história de cada um desses saberes que mostra suas origens, suas especificidades, embora em alguns momentos eles tenham se mesclado, se identificado.
A expressão geografia política existe há séculos. Há inúmeros livros dos séculos XVII, XVIII e XIX com esse título. Mas considera-se que geografia política moderna, pelo menos tal como a entendemos hoje -- isto é, como um estudo geográfico da política, ou como o estudo das relações entre espaço e poder -- nasceu com a obra Politische Geographie [Geografia Política], de Friedrich RATZEL, publicada em 1897. Ratzel, na verdade, não criou o rótulo "geografia política"; ela apenas redefiniu o seu conteúdo, apontando para o que seria um verdadeiro estudo geográfico da política, uma concepção de política que muito deve à leitura de Maquiavel. Antes dele era comum encontrar em obras com esse título a descrição dos rios ou montanhas de tal ou qual Estado - ou seja, qualquer fenômeno ligado ao Estado (o ser político por excelência) era tido como assunto de geografia política.
A palavra geopolítica, por sua vez, foi criada no início do século XX, mais precisamente em 1905, num artigo denominado "As grandes potências", escrito pelo jurista sueco Rudolf KJELLÉN. (Mas atenção: a palavra geopolítica é que foi criada por Kjellén, pois não há dúvida que essa temática é bem mais antiga, ou seja, as grandes preocupações geopolíticas não surgiram no início do século XX (preocupações sobre o que é e quem é uma potência mundial, como se dá a disputa mundial pelo poder entre os Estados, que estratégias seriam adequadas para tal ou qual Estado tornar-se a potência regional nesta ou naquela parte do globo, etc.). Isto é, já existia anteriormente juízos ou análises a respeito do poderio de cada Estado, das grandes potências mundiais ou regionais, com a importância ou o uso do espaço geográfico na guerra ou no exercício do poder estatal.

Geografia crítica

A geografia crítica, também chamada geografia marxista, é o conceito que estabelece o rompimento da neutralidade no estudo da geografia, com a proposta de engajamento e criticidade junto a toda a conjuntura social, econômica e política do mundo. Este ramo estabelece uma leitura crítica frente aos problemas e interesses que envolvem as relações de poder, e a pró-atividade frente as causas sociais, com a defesa da diminuição das disparidades sócio-econômicas e diferenças regionais.

Esta corrente nasceu na França, em 1970, e depois na Alemanha, Brasil, Itália, Espanha, Suíça, México e outros países. A expressão foi criada na obra "A Geografia - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra", de Yves Lacoste. A produção geográfica anterior a esta época pregava a neutralidade e excluía os problemas sociais, devido à concepção que tais temas não eram geográficos
Eu me recordo das aulas entediantes de geografia, que era pura decoreba. Hoje os temas são bem mais abrangentes.
Para ler mais sobre o assunto CLIQUE AQUI

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Fotos de lugares Bíblicos

Getsêmani

Então chegou Jesus alí com eles a um lugar chamado getsêmani, e disse a seus dicípulos: assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. Mateus 26:36.

Corinto

Centro de Roma criado por tito

Areópago em Atenas





terça-feira, 4 de agosto de 2009

Imagens de ruínas das cidades das sete igrejas do Apocalipse

Ruinas de Efeso



Ruinas de Tiatira


Ruinas de Esmirna



Ruinas de Sardis



Ruinas do Teatro de Laodicea





Ruinas de Filadelfia






Pérgamo










sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mapa de Alexandre, o grande

Alexandre assumiu o reinado da Macedônia depois da morte de seu pai, Filipe II, que havia unificado a maioria das cidades-estados da Grécia continental sob a hegemonia da Macedónia em uma federação denominada Liga de Corinto.Após reafirmando o domínio macedônio por anulação de uma rebelião do sul cidades-estados gregas e encenar uma excursão curta mas sangrenta batalha contra os vizinhos do norte da Macedônia, Alexandre estabelecidos leste contra o Império Persa Aquemênida, que venceu e derrubou. Suas conquistas incluídas Anatólia, Síria, Fenícia, a Judéia, Gaza, Egito, Mesopotâmia e Bactria, e estendeu as fronteiras do seu próprio império, na medida do Punjab, na Índia.

Alexandre já tinha feito planos anteriores à sua morte por e mercantil em expansão militar da península arábica, depois que ele foi fazer os seus exércitos para o oeste (Cartago, Roma e da Península Ibérica). Sua visão original, no entanto, tinha sido para o leste, até aos confins do mundo exterior e do Grande Mar, como é descrito por seu tutor infância e Aristóteles mentor.

Alexandre integrada muitos estrangeiros em seu exército, levando alguns estudiosos creditam a ele com uma "política de fusão". Ele também encorajou os casamentos entre seus soldados e estrangeiros, e ele passou a se casar com duas princesas estrangeiras.

Alexandre morreu depois de doze anos de campanha militar constante, possivelmente em consequencia da malária, envenenamento, febre tifóide, encefalite viral ou as consequencias do alcoolismo. Seu legado e conquistas viveu muito depois dele e marcou o início de séculos de colonização e influência cultural grega em áreas distantes. Este período é conhecido como o período helenístico, que apresentava uma combinação de grego, Oriente Médio e cultura indiana. Alexandre se com destaque na história e mito do grego e não-gregas culturas. Suas façanhas inspiraram uma tradição literária na qual ele aparece como um herói legendário, na tradição de Aquiles.

Popular Posts