domingo, 23 de agosto de 2009

Choque de Civilizações

A conspiração islâmica e a teoria do choque de civilizações têm sido progressivamente inventadas desde 1990 no sentido de proporcionar ao complexo industrial militar, uma ideologia disponível após o colapso da União Soviética. Bernard Lewis, um especialista britânico sobre o Médio Oriente, Samuel Huntington, um estratega americano, e Laurent Murawiec, um consultor francês, foram os principais criadores desta teoria que justifica, nem sempre de um modo lógico, a cruzada dos EUA por petróleo.

Os ataques de 11 de Setembro, atribuídos a uma "conspiração islâmica" pela administração Bush, foram interpretados como a primeira manifestação de um "choque de civilizações", tanto na Europa como nos Estados Unidos.

Assim, o mundo muçulmano-árabe teria empreendido uma guerra contra o mundo judaico-cristão. Não haveria mais nenhuma solução senão a vitória de um sobre o outro: o triunfo do islão e a imposição de um califado mundial (quer dizer, um império islâmico), ou a vitória dos "valores americanos" compartilhados por um islão moderno num mundo globalizado.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

NO PRINCIPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA

GÊNESIS 1

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.
4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.

SALMOS 118

1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.

2 Diga, pois, Israel: A sua benignidade dura para sempre.

3 Diga, pois, a casa de Arão: A sua benignidade dura para sempre.

4 Digam, pois, os que temem ao Senhor: A sua benignidade dura para sempre.

5 Do meio da angústia invoquei o Senhor; o Senhor me ouviu, e me pôs em um lugar largo.

6 O Senhor é por mim, não recearei; que me pode fazer o homem?

7 O Senhor é por mim entre os que me ajudam; pelo que verei cumprido o meu desejo sobre os que me odeiam.

8 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar no homem.

9 É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar nos príncipes.

10 Todas as nações me cercaram, mas em nome do Senhor eu as exterminei.

11 Cercaram-me, sim, cercaram-me; mas em nome do Senhor eu as exterminei.

12 Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois em nome do Senhor as exterminei.

13 Com força me impeliste para me fazeres cair, mas o Senhor me ajudou.

14 O Senhor é a minha força e o meu cântico; tornou-se a minha salvação.

15 Nas tendas dos justos há jubiloso cântico de vitória; a destra do Senhor faz proezas.

16 A destra do Senhor se exalta, a destra do Senhor faz proezas.

17 Não morrerei, mas viverei, e contarei as obras do Senhor.

18 O Senhor castigou-me muito, mas não me entregou à morte.

19 Abre-me as portas da justiça, para que eu entre por elas e dê graças ao Senhor.

20 Esta é a porta do Senhor; por ela os justos entrarão.

21 Graças te dou porque me ouviste, e te tornaste a minha salvação.

22 A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular.

23 Foi o Senhor que fez isto e é maravilhoso aos nossos olhos.

24 Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.

25 Ó Senhor, salva, nós te pedimos; ó Senhor, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade.

26 Bendito aquele que vem em nome do Senhor; da casa do Senhor vos bendizemos.

27 O Senhor é Deus, e nos concede a luz; atai a vítima da festa com cordas às pontas do altar.

28 Tu és o meu Deus, e eu te darei graças; tu és o meu Deus, e eu te exaltarei.

29 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre. a tua palavra.

domingo, 16 de agosto de 2009

O QUE É GEOPOLÍTICA? E GEOGRAFIA POLÍTICA?

É frequente a confusão entre geografia política e geopolítica, que na verdade são imbricadas, se sobrepõem em grande parte, mas não se identificam totalmente. Existe uma história de cada um desses saberes que mostra suas origens, suas especificidades, embora em alguns momentos eles tenham se mesclado, se identificado.
A expressão geografia política existe há séculos. Há inúmeros livros dos séculos XVII, XVIII e XIX com esse título. Mas considera-se que geografia política moderna, pelo menos tal como a entendemos hoje -- isto é, como um estudo geográfico da política, ou como o estudo das relações entre espaço e poder -- nasceu com a obra Politische Geographie [Geografia Política], de Friedrich RATZEL, publicada em 1897. Ratzel, na verdade, não criou o rótulo "geografia política"; ela apenas redefiniu o seu conteúdo, apontando para o que seria um verdadeiro estudo geográfico da política, uma concepção de política que muito deve à leitura de Maquiavel. Antes dele era comum encontrar em obras com esse título a descrição dos rios ou montanhas de tal ou qual Estado - ou seja, qualquer fenômeno ligado ao Estado (o ser político por excelência) era tido como assunto de geografia política.
A palavra geopolítica, por sua vez, foi criada no início do século XX, mais precisamente em 1905, num artigo denominado "As grandes potências", escrito pelo jurista sueco Rudolf KJELLÉN. (Mas atenção: a palavra geopolítica é que foi criada por Kjellén, pois não há dúvida que essa temática é bem mais antiga, ou seja, as grandes preocupações geopolíticas não surgiram no início do século XX (preocupações sobre o que é e quem é uma potência mundial, como se dá a disputa mundial pelo poder entre os Estados, que estratégias seriam adequadas para tal ou qual Estado tornar-se a potência regional nesta ou naquela parte do globo, etc.). Isto é, já existia anteriormente juízos ou análises a respeito do poderio de cada Estado, das grandes potências mundiais ou regionais, com a importância ou o uso do espaço geográfico na guerra ou no exercício do poder estatal.

Geografia crítica

A geografia crítica, também chamada geografia marxista, é o conceito que estabelece o rompimento da neutralidade no estudo da geografia, com a proposta de engajamento e criticidade junto a toda a conjuntura social, econômica e política do mundo. Este ramo estabelece uma leitura crítica frente aos problemas e interesses que envolvem as relações de poder, e a pró-atividade frente as causas sociais, com a defesa da diminuição das disparidades sócio-econômicas e diferenças regionais.

Esta corrente nasceu na França, em 1970, e depois na Alemanha, Brasil, Itália, Espanha, Suíça, México e outros países. A expressão foi criada na obra "A Geografia - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra", de Yves Lacoste. A produção geográfica anterior a esta época pregava a neutralidade e excluía os problemas sociais, devido à concepção que tais temas não eram geográficos
Eu me recordo das aulas entediantes de geografia, que era pura decoreba. Hoje os temas são bem mais abrangentes.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Fotos de lugares Bíblicos

Getsêmani

Então chegou Jesus alí com eles a um lugar chamado getsêmani, e disse a seus dicípulos: assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. Mateus 26:36.

Corinto

Centro de Roma criado por tito

Areópago em Atenas





terça-feira, 4 de agosto de 2009

Imagens de ruínas das cidades das sete igrejas do Apocalipse

Ruinas de Efeso



Ruinas de Tiatira


Ruinas de Esmirna



Ruinas de Sardis



Ruinas do Teatro de Laodicea





Ruinas de Filadelfia






Pérgamo










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