sexta-feira, 18 de abril de 2008

ILHA DE PÁSCOA:

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15

Um dos pontos mais remotos do mundo, perdido no meio do Pacífico, entre o Chile e a Polinésia Francesa (3700 km da costa leste do Chile). Possui dois vulcões inativos que podem ser vistos em vários pontos da ilha e, em algumas de suas crateras, a água represada das chuvas forma hoje grandes lagos; sem falar nos famosos moai, as estátuas monolíticas de expressões muito similares e que atingem até 22m de altura e a pesar até 90 toneladas. Em suma, é um verdadeiro museu a céu aberto com aproximadamente 180 Km2 de superfície e uma população de pouco mais de 2800 habitantes.






Na famosa Ilha de Páscoa ou Rapa Nui – como preferem os habitantes – a ciência ainda não conseguiu decifrar o mistério de seus enormes moais e nem o de sua escrita...
A Ilha de Páscoa é conhecida como o lugar mais isolado do mundo, com sua cultura nativa muito especial, também é a ponte do Chile para a Polinésia. Nenhuma outra cidade do planeta fica tão solitária como Rapa Nui.
Para chegar lá é preciso percorrer um pouco mais de 3.700 quilômetros sobre o Oceano Pacífico – distância entre o continente sul americano e a ilha.


Sua paisagem é curiosa e a altura máxima é de 507 metros acima do nível do mar. Toda costa é rochosa, com exceção de suas duas únicas praias de areias branquíssimas: Anakena e Ovahe.
De longitude 109º26’10” oeste e latitude 27º09’30” sul (um pouco abaixo do Trópico de Capricórnio), seu clima é marítimo com características subtropicais. Julho e agosto são os meses de baixa temperatura, fevereiro é o mais quente e maio é o mês mais chuvoso.
Ora, eles nada mais fizeram do que passar mil anos construindo cerca de 900 estátuas gigantescas; mobilizando quase seu inteiro contingente de trabalho para essa finalidade; usando quase todos os recursos da ilha a fim de fazerem a remoção das estatuas por cerca de 20 km, até aos pontos de fixação delas, olhando para o oceano.

Dessa forma, veio a necessidade. Veio a fome. E, com parcos recursos, eles puseram-se a lutar entre si, provocando um enfrentamento que os levou ao canibalismo.

Ora, quando o homem come o homem, que mais pode sobreviver?

Morreram de si mesmos!

Assim, o Apocalipse aconteceu para eles...

E logo eles, que chegaram lá sem chão; pois eram nômades da água, sendo até então pessoas tão sensíveis; que eram capazes conviver pacificamente em barcos a maior parte do tempo; sendo também hábeis para ler o retorno das ondas com os pés, no meio do mar, e, em comparação com ventos e estrelas, tornavam-se também capazes de calcular com a mente a distancia de uma ilha ou terra não visível aos olhos.

Mas contra a própria natureza nenhuma cultura prevalece.

Viveram para se sepultar na busca de segurança e conforto!
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